15 de dez de 2011

MANCHADA DE VINHO

Na solidão de uma sala de aula, uma bolsa me sorrio com seus dentes metálicos,e eu senti o doce alivio da aceitação
Vários faróis de carro me paqueraram demonstrando brilho no olhar, e eu senti a beleza abastecendo minha estima
É, eu me esqueci da matemática das estrelas
Meu amor foi consumido com tanta pressa, que não houve nem tempo dele perceber que era amor
Amor não se bebe em um copo de cerveja, por diversão, sem se preocupar que ficou um gole na garrafa esquentando, amor se bebe em uma taça de vinho, valorizando cada gole e tomando cuidado para não derramar nenhuma gota e manchar o coração de alguém
A pressa agora é minha, pressa de fugir de qualquer boca que queira me tocar ou falar de amor
Eu não sei andar de guarda chuva, então mesmo que esteja fazendo sol, não saio mais de mim, as pessoas fazem chover a qualquer momento

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Permita um fragmento seu escorrer até suas mãos e então escreva